domingo, 23 de novembro de 2008

Dia 21 se novembro, sexta-feira

Palestras
Algumas Maravilhas da Matemática e seus "Inventores" - Prof. Gilberto Muniz.

A Formação Matemática do Professor - Professora Esp. Rosiane Costa de Sousa.
A professora apresentou "o erro como Indicador Didático-pedagógico".
Para a Matemática Científica, o erro é um fenômeno que expressa uma contradição com algum fato já estabelecido como “verdadeiro”.
Para a Matemática Escolar é importante pensar o erro como um fenômeno psicológico que envolve aspectos diretamente relacionados ao desenvolvimento dos processos de ensino e aprendizagem.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dia 20 de novembro, quinta-feira

Palestra As Olimpíadas no Brasil e no Mundo - Professora e Dra. Luzinalva Amorim.
Na palestra a professora apresentou aos convidados as Olimpídas de Matemática Nacionais e Internacionais, e divulgou a participação dos alunos premiados das Olimpídas.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

MINI-CURSOS







Entre os mini-cursos citados, o Laboratório de Ensino da Matemática como Alternativa para Aprendizagem, foi direcionado ao estudo da Geometria Espacial através das construções de Poliedros de Platão com materiais simples, permitindo gerar situações experimentais que ampliar as habilidades e proporcione aprendizagem.









Dia 19 de novembro, quarta-feira

Foram realizados os mini-cursos;

I - Conceitos e Ferramentas Básicas do Programa Winplot - Prof°. Gilberto Muniz;

II - Jogos e Dinâmicas para o Ensino da Matemática - Ademilton de Jesus, André Hungria e José Carlos Neves;

III - Laboratório de Ensino da Matemática como Alternativa para a Aprendizagem - Liliane Prazeres, Patrícia Monteiro e Rosângela Guedes;

IV - Fazendo Arte com Geometria - Professora Alba Santos.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

I Semana de Matemática







Dia 18 de novembro, terça-feira




Palestra Brinquedos Inteligentes - Kleber Carvalho Pereira.



Na palestra, Kleber apresentou jogos e brinquendos matemáticos como artifícios para aprendizagem.












No período de 18 a 21/11/08 foi concretizado na FACE -Faculdade de Ciências Educaciona, sob organização do Coordenador do Curso de Licenciatura Plena em Matemática Prof°. Márcio Chaves com participação dos alunos e professores a I Semana de Matemática, aconteceram palestras e mimi-cursos.






sábado, 15 de novembro de 2008

Continuação da História













Número de Ouro


A história deste enigmático número perde-se na antiguidade. No Egipto as pirâmides de Gizé foram construídas tendo em conta a razão áurea : A razão entre a altura de um face e metade do lado da base da grande pirâmide é igual ao número de ouro. O Papiro de Rhind (Egípcio) refere-se a uma «razão sagrada» que se crê ser o número de ouro. Esta razão ou secção áurea surge em muitas estátuas da antiguidade .


Hiparco


Hiparco, em grego Hipparkhos (190 - 126 a. C.), foi um astrônomo, construtor, cartógrafo e matemático grego da escola de Alexandria nascido em 190 a.C. em Nicéia, na Bitínia, hoje Iznik, na Turquia. Viveu em Alexandria, sendo um dos grandes representantes da Escola Alexandrina, do ponto de vista da contribuição para a mecânica. Trabalhou sobretudo em Rodes (161-126 a. C.). Hoje é considerado o fundador da astronomia científica e também chamado de pai da trigonometria por ter sido o pioneiro na elaboração de uma tabela trigonométrica.
Viveu em uma época posterior a Idade de Ouro da produção matemática daquela Universidade, atingida com Euclides, Apolônio, Eratóstenes e Arquimedes. Além de produzir algo inovador como a tabela de cordas, inventou um método para a resolução de triângulos esféricos.



Pitágoras, um dos maiores filósofos da Europa antiga, era filho de um gravador, Mnesarco. Nasceu cerca de 580 anos a.c., em Samos, uma ilha do mar Egeu, ou, segundo alguns, em Sidon, na Fenícia. Muito pouco se sabe sobre a sua juventude, a não ser que conquistou prémios nos Jogos Olímpicos.
Chegando à idade adulta e não se sentindo satisfeito com os conhecimentos adquiridos em sua terra, deixou a ilha onde vivia e passou muitos anos a viajar, visitando a maioria dos grandes centros da sabedoria. A história conta a sua peregrinação em busca de conhecimentos, que se estenderam ao Egipto, Indostão, Pérsia, Creta e Palestina, e como adquiriu em cada país novas informações, conseguiu familiarizar-se com a Sabedoria Esotérica, assim como os conhecimentos exotéricos neles disponíveis.
Voltou, com a mente repleta de conhecimentos e a capacidade de julgamento amadurecida, à sua terra, onde tencionava abrir uma escola para divulgar os seus conhecimentos, o que, porém, se mostrou impraticável, devido à oposição do turbulento tirano Policrates, que governava a ilha. Em vista do fracasso de uma tentativa migrou para Crotona, importante cidade da Magna Grécia, que era uma colónia fundada pelos dórios na costa meridional da Itália.
Foi ali que o famoso filósofo fundou a Escola ou Sociedade de Estudiosos, que se tornou conhecida em todo o mundo civilizado como o centro de erudição na Europa; foi ali que, secretamente, Pitágoras ensinou a sabedoria oculta que havia coligido dos ginosofistas e brâmanes da Índia, dos hierofantes do Egipto, do Oráculo de Delfos, da Caverna de Ida e da Cabala dos rabinos hebreus e magos caldeus.
Durante cerca de quarenta anos ele leccionou para os seus discípulos e exibiu os seus maravilhosos poderes; mas foi posto um fim à sua instituição, e ele próprio foi forçado a fugir da cidade, devido a uma conspiração e rebelião surgidas em decorrência de uma disputa entre o povo de Crotona e os habitantes de Síbaris; ele conseguiu chegar em Metaponto, onde, segundo a tradição morreu mais ou menos em 500 a.C.


Classificação dos Números


Para Pitágoras, a harmonia do universo só podia ser explicada através dos números. Os membros da escola Pitagórica eram fascinados pelos números e a adoração que lhes dedicavam conduziu-os a um minucioso estudo destes. Estabeleceram várias propriedades e relações entre os números. Assim, o número 1 tem a propriedade de ser indivisível, pois 1×1=1; o número 2 é o primeiro acréscimo da unidade; o número 3, imagem do triângulo; o número 4, imagem do sólido, representa a matéria composta dos quatro elementos primários: o fogo, o ar, a terra e a àgua. O número 5 é a média aritmética de cada um dos binários; 1, 9; 2, 8; 3, 7; 4, 6.
Foi o primeiro a fazer distinção entre números pares e ímpares. Conheciam também a distinção entre números primos e compostos.
Dois números eram ditos "amigos"quando cada um deles era igual à soma dos divisores do outro, como exemplo, os números 220 e 284. Os divisores com excepção do próprio 220 são; 1, 2, 4, 5, 10, 11, 20, 22, 44, 55 e 110.
A soma desses divisores de 220 é igual a 284. Consideremos agora os divisores de 284, com excepção do próprio 284; 1, 2 , 4, 71 e 142. A soma desses divisores de 284 é igual a 220.
Designavam de número "perfeito", quando ele é igual à soma dos seus divisores: 6 = 1 + 2 + 3 (primeiro número ao qual foi atribuído a designação de perfeito).
São "abundantes", os números maiores que a soma dos seus divisores inteiros, como exemplo 12, pois temos 1 + 2 + 3 + 4 + 6 = 16.
"Deficientes", finalmente, era o nome dado àqueles números cuja soma dos seus divisores era menor que o número dado, do qual é exemplo o número 33 (a soma dos divisores de 33 é 1 + 3 + 11 = 15 <>


NÚMEROS TRIÂNGULARES



Em ligação com a geometria, Pitágoras conheceu os números triângulares, que são números que se podem expressar em forma de triângulos.
Se olharmos para o quarto triângulo verifica-se que cada linha contém um ponto a mais que a anterior.Suponhamos então que a última linha do triângulo não continha quatro pontos mas n. A penúltima linha continha (n-1), a seguinte (n-2), e assim por diante até chegar ao vértice, com 1 ponto. Este problema é o mesmo que somar os primeiros n números inteiros, ou seja, obter a soma 1 + 2 + 3 + 4 + ... +(n-2) + (n-1) + n.

NÚMEROS QUADRADOS

Os números quadrados, são números que se podem expressar em forma de quadrados. O método pitagórico utilizado para identificar qual o número que representa cada um dos quadrados. Os números são representados por áreas, sendo o 1 igual ao pequeno quadrado, de lado arbitrário. O número 3 será então representado por três destes quadrados elementares, dispostos em ângulo reto.

Todo o número ímpar é representado por um gnomon que possui justamente o tamanho necessário para complementar o quadrado já existente, transformando-o num novo quadrado com o lado ampliado de uma unidade. Em geral, se N é um número inteiro qualquer: o quadrado do número inteiro N é a soma dos primeiros N números ímpares, ou seja;


N = 1 + 3 + 5 + ......+ (2n + 1) = (n + 1)2.


sábado, 8 de novembro de 2008

História da matemática

Por volta dos séculos IX e VIII a.C a matemática engatinhava na Babilônia. Os babilônios e os egípcios já tinham uma álgebra e uma geometria, mas somente o que bastasse para as suas necessidades práticas, e não de uma ciência organizada. Na Babilônia, a matemática era cultivada entre os escrivas responsáveis pelos tesouros reais. Apesar de todo material algébrico que tinham os babilônios e egípcios, só podemos encarar a matemática como ciência, no sentido moderno da palavra, a partir dos séculos VI e V a.C. na Grécia.
A matemática grega se distingue da babilônica e egípcia pela maneira de encará-la. Os gregos fizeram-na uma ciência propriamente dita sem a preocupação de suas aplicações práticas.
Do ponto de vista de estrutura, a matemática grega se distingue da anterior, por ter levado em conta problemas relacionados com processos infinitos, movimento e continuidade. As diversas tentativas dos gregos de resolverem tais problemas fizeram com que aparecesse o método axiomático-dedutivo. Este método consiste em admitir como verdadeiras certas preposições (mais ou menos evidentes) e a partir delas, por meio de um encadeamento lógico, chegar a proposições mais gerais. As dificuldades com que os gregos depararam ao estudar os problemas relativos a processos infinitos (sobretudo problemas sobre números irracionais) talvez sejam as causas que os desviaram da álgebra, encaminhando-os em direção à geometria. Realmente, é na geometria que os gregos se destacam, culminando com a obra de Euclides, intitulada "Os Elementos". Sucedendo Euclides, encontramos os trabalhos de Arquimedes e de Apolônio de Perga.
Arquimedes desenvolve a geometria, introduzindo um novo método, denominado "método de exaustão", que seria um verdadeiro germe do qual mais tarde iria brotar um importante ramo de matemática (teoria dos limites). Apolônio de Perga, contemporâneo de Arquimedes, dá início aos estudos das denominadas curvas cônicas: a elipse, a parábola, e a hipérbole, que desempenham, na matemática atual, papel muito importante. No tempo de Apolônio e Arquimedes, a Grécia já deixara de ser o centro cultural do mundo. Este, por meio das conquistas de Alexandre, tinha-se transferido para a cidade de Alexandria. Depois de Apolônio e Arquimedes, a matemática grega entra no seu ocaso.
Foram os babilônios criaram as primeiras formas de numeração posicional, ou seja, um número pode ter diferentes valores, dependendo da posição em que está. Os gregos simplificam notação numérica, abandonam as formas gráficas do número e as substituem por letras, que correspondem à designação inicial de número acrofonia. Por exemplo,o número 100, era a letra H de Hekaton igual a cem.
Euclides, o maior matemático da antiguidade, estrutura o conhecimento matemático século V d.C.
Os hindus criam um sistema de numeração que reúne o uso do zero, o princípio de posição e a base 10, criando o sistema até hoje utilizado. Depois das Cruzadas, o matemático e comerciante Leonardo de Pisa leva para a Europa o sistema indo-arábico, que impulsiona o desenvolvimento do mercantilismo, começam a chegar livros árabes, provocando reações da igreja, contra o sistema herege.