quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Leonardo Da Vinci


Leonardo da Vinci, artista renascentista italiano, nasceu em 15/04/1452. Existem algumas dúvidas sobre a cidade de seu nascimento: para alguns historiadores, seu berço foi em Anchiano, enquanto para outros, foi numa cidade, situada na margem direita do rio Arno, perto dos montes Albanos, entre as cidades italianas de Florença e Pisa.
Foi um dos mais importantes pinstores do Renascimento Cultural. É considerado um gênio, pois mostrou-se um excelente anatomista, engenheiro, matemático músico, naturalista, arquiteto, inventor e escultor. Seus trabalhos e projetos científicos quase sempre ficaram escondidos em livros de anotações (muitos escritos em códigos), e foi como artista que conseguiu o reconhecimento e o prestígio das pessoas de sua época.
Auto-retrato de Leonardo da Vinci
Leonardo da Vinci fez estágio no estúdio de Verrochio (importante artista da época), na cidade de Florença. Viveu uma época em Milão, onde trabalhou para a corte de Ludovico Sforza. Até 1506, realizou trabalhos principalmente em Florença e tudo indica que nesta época tenha pintado sua obra mais famosa: a bela e enigmática Gioconda. Trabalho para o rei Francisco I da França, onde realizou belos trabalhos. Faleceu na França no ano de 1519.
Principais características das pinturas de Da Vinci : utilização da técnica artística da perspectiva, uso de cores próximas da realidade, figuras humanas perfeitas, temas religiosos, uso da matemática em cálculos artísticos, imagens principais centralizadas, paisagens de fundo, figuras humanas com com expressões de sentimento, detalhismo artístico.
Principais trabalhos de Da Vinci:
Trabalhos de pinturas (artes plásticas): Gioconda (Monalisa) , Leda, Dama do Arminho, Madonna Litta, Anunciação, A Última Ceia, Ginevra de Benci, São Jerônimo, Adoração dos Magos, Madona das Rochas, Retrato de Músico, São João Batista, Madona do Fuso, Leda e o Cisne.
Trabalhos de invenções: máquina voadora, máquina escavadora, isqueiro, paraquedas, besta gigante sobre rodas, máquina a vapor, submarino.
Trabalhos Científicos: homem vitruviano, anatomia do tronco, estudo de pé e perna, anatomia do olho, estudo da gravidez, estudos e embriões.
Projetos de Arquitetura : Projeto arquitetônico de uma cidade, projeto de um porto, teLeonardo da Vinci, artista renascentista italiano, nasceu em 15/04/1452. Existem algumas dúvidas sobre a cidade de seu nascimento: para alguns historiadores, seu berço foi em Anchiano, enquanto para outros, foi numa cidade, situada na margem direita do rio Arno, perto dos montes Albanos, entre as cidades italianas de Florença e Pisa.


A astrônomia da época eram capazes de diferenciar entre uma estrela e um pleneta. já que as estrelas permaneciam relativamente fixos durante os séculos enquanto plenetas moviam-se consideralvemente em um tempo comparativamente menor.


Leonhard Euler(Matemático)1707-1783
Leonhard Euler, filho de Paul Euler, ministro protestante, e Margaret Brucker, mudou-se para Riehen com um ano de idade, e lá foi criado. Seu pai o introduziu nos primeiros estudos de matemática. Quando chegou à adolescência, Euler retornou a Basel para estudar, preparando-se para o curso de teologia na Universidade. Euler não aprendeu matemática alguma na escola, mas seu interesse, despertado nas lições de seu pai, o levou a estudar sozinho textos diversos e a tomar lições particulares. Embora muito religioso, Euler não se entusiasmou com o estudo da teologia, e seu pai consentiu que ele mudasse para a matemática. Terminado o curso, foi convidado a assumir a cadeira de um professor falecido na Universidade de São Petersburgo. Como não fora selecionado para a cadeira de física da Universidade de Basel, aceitou o primeiro convite e, em 1727, mudou-se para a Rússia. Chegando lá, afiliou-se à Academia de Ciências, onde teve contato com grandes cientistas como Jakob Hermann, Daniel Bernoulli e Christian Goldbach. Em 1730, Euler tornou-se professor de Física da Academia, fato que o permitiu abandonar o posto de lugar-tenente da marinha Russa, que ele ocupava desde 1727. Três anos mais tarde, com o retorno de Daniel Bernoulli a Basel, Euler assumiu a cátedra de matemática da Academia, e os proventos advindos dessa nomeação permitiram que ele se casasse, em 1734, com Katharina Gsell, uma moça de ascendência suíça. Os dois tiveram treze filhos, mas apenas cinco sobreviveram à infância. Euler atribui a essa fase algumas de suas maiores proezas científicas. depois de 1730 ele desenvolveu uma série de projetos acerca de cartografia, magnetismo, motores a combustão, máquinas e construção naval. ... O foco da sua pesquisa estava agora bem definido: teoria de números; análises no infinito incluindo seus novos ramos, equações diferenciais e o cálculo de variações, e mecânica racional. Ele enxergava esses três campos como intimamente ligados. Estudos de teoria de números foram vitais para a fundamentação do cálculo, e funções especiais e equações diferenciais foram essenciais para mecânica racional, que fornecia problemas concretos. Em 1736-37, Euler publicou seu livro Mechanica, que tratou extensivamente da análise matemática da dinâmica newtoniana pela primeira vez. Foi também nesta época que seus problemas de saúde começaram. Euler era constantemente atormentado por fortes crises febris, e desenvolveu catarata, que acabou por lhe tirar a vista. Mas se sua saúde estava abalada, sua reputação, ao contrário, se firmava cada vez mais, e dois prêmios da Academia de Paris, em 1738 e 1740, acabaram por lhe valer uma oferta de trabalho em Berlim. De início, Leonhard recusou, preferindo permanecer em São Petersburgo, mas a turbulência política na Rússia tornou difícil a vida de estrangeiros lá, e ele reconsiderou. Chegou a Alemanha como diretor de matemática da recém-fundada Academia de Berlim, que tinha então como presidente Maupertius. As contribuçoes de Euler para a Academia foram notáveis. Ele supervisionava o observatório e o jardim botânico, selecionava pessoal, gerenciava várias questões financeiras. Além disso, coordenou a publicação de mapas geográficos, uma fonte de dividendos para a Academia. Também trabalhou no comitê da Academia, lidando com a publicação de trabalhos científicos. E como se não bastasse, sua própria produção científica neste período foi excepcional. Durante os 25 anos que morou em Berlim, Euler escreveu cerca de 380 artigos, livros sobre Cálculo de variações e órbitas dos planetas, sobre artilharia e balística, construção naval e navegação, sobre o movimento da Lua, cálculo diferencial e uma obra científica para leigos: Letters to a Princess of Germany(Cartas a uma Princesa da Alemanha, 3 vols. 1768-72). Em 1759, com a morte de Maupertius, Euler assumiu a direção da Academia, embora não fosse nomeado presidente. Desavenças com Frederico, o Grande, em torno dessa questão fizeram-no deixar a Alemanha e retornar a São Petersburgo, em 1766. Em, 1771, velho e doente, Alinhar à direitaEuler teve sua casa destruída num incêndio. Tudo o que ele salvou foram seus manuscritos. Foi nesta época que ele ficou totalmente cego. O impressionante é que mesmo depois disso ele continuou com seus projetos, e quase a metade de toda a sua produção científica foi concluída após esses incidentes. Evidentemente, Euler não logrou todas essas conquistas sozinho. Ele contou com a ajuda valorosa de dois de seus filhos, Johann Albrecht Euler, que seguia os passos do pai, e Christoph Euler, que estava na carreira militar, e também dois membros da Academia, A. J. Lexell e o jovem matemático N. Fuss, esposo de sua neta. Euler morreu em 18 de setembro de 1783. Estamos falando do maior escritor de matemática de todods os tempos.


Número de Euler

Na matemática , número de Euler (pronuncia-se “óiler” em inglês), assim chamado em homenagem ao matemático suíço Leonhard Euler, é a base dos logaritmos naturais. As variantes do nome do número incluem: número de Napier, constante de Néper, número neperiano, constante matemática e número exponencial, etc. A primeira referência à constante foi publicada em 1618 na tabela de um apêndice de um trabalho sobre logaritmos de John Napier. No entanto, este não contém a constante propriamente dita, mas apenas uma simples lista de logaritmos naturais calculados a partir desta. A primeira indicação da constante foi descoberta por Jakob Bernoulli, quando tentava encontrar um valor para a seguinte expressão (muito comum no cálculo de juros compostos):e vale aproximadamente 2,718 281 828 459 045 235 360 287.
O número também pode ser escrito como a soma da série infinita: Aqui n! representa o fatorial de n. Pode-se ainda definir e como sendo o único número x > 0 tal que. O número e apresenta um interesse particular porque pode-se demonstrar que para todo real x, exp(x) = ex (e na potência x), assim, tem-se; ou ainda o número e é um número irracional e mesmo transcendente (como pi). A irracionalidade de e foi demonstrada por Lambert em 1761 e mais tarde por Euler. A prova da transcendência de e foi estabelecida por Hermite em 1873. Conjecturou-se que e é um número normal ou aleatório. Ele aparece com outras constantes fundamentais na identidade de Euler.

O desenvolvimento da fração contínua de e pode ser escrito sob a forma interessante Leonhard Euler começou a usar a letra e para representar a constante em 1727, e o primeiro uso de e foi na publicação Euler’s Mechanica (1736). As verdadeiras razões para escolha da letra e são desconhecidas, mas talvez seja porque e seja a primeira letra da palavra exponencial.


Número Phi

Tudo começou com um problema aparentemente banal: Quantos pares de coelhos podem ser gerados de um par de coelhos em um ano?
O matemático italiano Leonardo Pisano (de Pisa), cujo apelido era Fibonacci, ao resolver esse problema, transcreveu o que seria uma das seqüências mais instigantes da matemática, que entrou para a história como a seqüência fibonnaci (série de números infinitos onde cada número é a soma dos dois anteriores onde os primeiros números são 0 e 1)

1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, ...
Essa seqüência aparece na natureza, no comportamento da refração da luz, dos átomos, do crescimento das plantas, nas espirais das galáxias, dos marfins de elefantes, nas ondas no oceano, furacões, etc.


Teoria dos Grafos
A Teoria dos Grafos é o ramo da matemática que estuda as propriedades de grafos.
Um grafo é um conjunto de pontos, chamados vértices (ou nodos ou nós), conectados por linhas, chamadas de arestas (ou arcos). A nomenclatura de nodos e arcos está caindo em desuso.

Isaac Newton
Isaac Newton nasceu no dia de natal de 1642, mesmo ano em que Galileu faleceu, em Woolsthorpe, Ingraterra. Mas de acordo com o calendário Gregoriano, que utilizamos hoje, a data do nascimento de Newton seria 4 de Janeiro de 1643, e de sua morte 31 de março de 1727 em Londres, Inglaterra.
Newton foi um dos mais brilhantes cientistas de todos os tempos. Quem nunca ouviu falar nas Leis de Newton? Tais leis mudaram a maneira de como o homem encara o universo.Isaac Newton nunca se casou, na verdade viveu praticamente toda sua vida se dedicando a pesquisa. Em 1665 a peste atormentava a Europa e a Universidade de Cambridge, onde Newton se graduou, entrou em recesso. Foi quando Newton voltou à cidade natal e neste local conseguiu realizar suas grandes descobertas. Como não teve um bom aprendizado matemático, ele aprendeu boa parte da matemática sozinho, desta maneira, acabou inventando uma nova matemática, os fluxions, o que chamamos de Cálculo diferencial e integral, a maior revolução na matemática desde Euclides.Utilizando os fluxions, Newton conseguiu dar um enorme salto na ciência, conseguiu o que todos buscavam na época, uma teoria física unificada. Analisando o movimento da lua ele chegou a uma descrição perfeita para os movimentos, uma descrição que poderia ser utilizada tanto para os astros como para objetos menores na terra. Esta teoria unificada é descrita em três leis, conhecidas como as leis de Newton:A primeira Lei de Newton é a lei da Inércia: Na ausência de forças externas, um objeto em repouso permanece em repouso, e um objeto em movimento permanece em movimento.A segunda Lei de Newton ou princípio fundamental da dinâmica diz que, a força aplicada a um objeto é igual à massa do objeto vezes a aceleração.A terceira Lei de Newton é a Lei da ação e reação: Se um objeto exerce uma força sobre outro objeto, este outro exerce uma força de mesma intensidade, de mesma direção e em sentido oposto.Com estas três leis chega-se a Lei da Gravitação Universal. Que propõem que dois corpos, a uma distância d entre si, se atraem mutuamente com uma força que é proporcional à massa de cada um deles e inversamente proporcional ao quadrado da distância (d) que os separa.


Isaac Newton foi um homem muito importante para a ciência. Talvez não haveria, hoje, tantos avanços da física moderna se não fosse por esse célebre amante da física. Suas leis e várias outras descobertas nos fazem compreender melhor o mundo que nos cerca. Os estudos de Newton foram base para as pesquisas de outros cientistas posteriores a ele, o que nos leva a crer que as idéias de Newton foram de fundamental importância, não só para os físicos como também para nós. A questão da melhor compreensão do universo que nos cerca, leva o ser humano a perceber cada vez mais a grandiosidade do mundo em que ele vive, talvez sem a ajuda de Newton, os homens viveriam em uma contante dúvida, sem compreender o porquê da ocorrência de algum fenômeno ou até mesmo sem entender as simples coisas que nos redeia em nosso dia-a-dia.










A Astronomia na Idade Média


Em 1252, Afonso X, o Sábio, Rei de Castela (Espanha), que em 1256 foi proclamado rei e no ano seguinte imperador do Sacro Império Romano, convocou 50 astrônomos para revisar as tabelas astronômicas calculadas por Ptolomeu, que incluíam as posições dos planetas no sistema geocêntrico, publicado por Claudio Ptolomeu em 150 d.C., no Almagesto. Os resultados foram publicados como as Tabelas Alfonsinas. Os dados e comentários que se foram anexando ao Almagesto formaram as fontes essenciais para o primeiro livro-texto de astronomia do Ocidente, o Tratado da esfera de Johannes de Sacrobosco.

John Holywood (1200 - 1256)
Sua obra foi várias vezes reeditada, ampliada e comentada. Foi o principal texto de instrução acadêmica até o tempo de Galileu.


Nicolau Cusano (1401 - 1464)

Matemático e astrônomo, é interessante ressaltar que suas idéias sobre o universo infinito e sobre a investigação quantitativa da natureza brotaram de reflexões teológicas e religiosas.


Nicolau Copérnico (1473 - 1543)
Apresenta o sistema heliocêntrico. A base deste novo pensamento veio, em parte, das escolas bizantinas. Manteve durante toda a vida a idéia da perfeição do movimento circular, sem supor a existência de outra forma de movimento.

Tycho Brahe (1546 - 1601)
Descobriu erros nas Tabelas Alfonsinas. Em 11 de novembro de 1572, Tycho notou uma nova estrela na constelação de Cassiopéia. A estrela era tão brilhante que podia ser vista à luz do dia, e durou 18 meses. Era o que hoje chamamos de supernova. Publicou suas observações no De Nova et Nullius Aevi Memoria Prius Visa Stella, em Copenhague em 1573. Com seus assistentes, Tycho conseguiu reduzir a imprecisão das medidas, de 10 minutos de arco deste o tempo de Ptolomeu, para um minuto de arco. Foi o primeiro astrônomo a calibrar e checar a precisão de seus instrumentos periodicamente, e corrigir as observações por refração atmosférica. Também foi o primeiro a instituir observações diárias, e não somente quando os astros estavam em configurações especiais, descobrindo assim anomalias nas órbitas até então desconhecidas.


Johannes Kepler (1571 - 1630)
Descobriu as três leis que regem o movimento planetário. As duas primeiras foram resultados de árdua computação trigonométrica, na qual usou as observações de Marte, realizadas por Tycho Brahe. Em 1619 Kepler publicou Harmonices Mundi, em que as distâncias heliocêntricas dos planetas e seus períodos estão relacionados pela Terceira Lei, que diz que o quadrado do período é proporcional ao cubo da distância média do planeta ao Sol.
Esta lei foi descoberta por Kepler em 15 de maio de 1618. Em 17 de outubro de 1604 Kepler observou a nova estrela (supernova) na constelação de Ophiucus, junto a Saturno, Júpiter e Marte, que estavam próximos, em conjunção. Kepler também estudou as leis que governam a passagem da luz por lentes e sistemas de lentes, inclusive a magnificação e a redução da imagem, e como duas lentes convexas podem tornar objetos maiores e distintos, embora invertidos, que é o princípio do telescópio astronômico.
Em relação a Kepler, devem ser mencionados também seu telescópio astronômico e suas Tábuas Rodolfinas.


Galileu Galilei (1564 - 1642)
Em maio de 1609 ouviu falar de um instrumento de olhar à distância que o holandês Hans Lipperhey havia construído, e mesmo sem nunca ter visto o aparelho, construiu sua primeira luneta em junho, com um aumento de 3 vezes. Galileo se deu conta da necessidade de fixar a luneta, ou telescópio como se chamaria mais tarde, para permitir que sua posição fosse registrada com exatidão.
Até dezembro ele construiu vários outros, o mais potente com 30X, e faz uma série de observações da Lua, descobrindo que esta tem montanhas. De 7 a 15 de janeiro de 1610 descobre os quatro satélites maiores de Júpiter e sua revolução livre em torno do planeta. Descobriu também as principais estrelas dos aglomerados das Plêiades e das Híades e a primeira indicação dos anéis de Saturno e as manchas solares.
Por suas afirmações, Galileu foi julgado e condenado por heresia em 1633. Sentenciado ao cárcere, Galileu, aos setenta anos, renega suas conclusões de que a Terra não é o centro do Universo e imóvel. Apenas em 1822 foram retiradas do Índice de livros proibidos as obras de Copérnico, Kepler e Galileu, e em 1980, o Papa João Paulo II ordenou um reexame do processo contra Galileu, o que eliminou os últimos vestígios de resistência, por parte da igreja Católica, à revolução Copernicana.
Não se deve esquecer que foram os grandes observadores e teóricos dessa época, como Hevelius, Huygens e Halley, que ajudaram a erguer a nova astronomia.

Três Problemas Clássicos da Matemática Antiga











Os problemas a seguir desafiaram os geômetras gregos e com o passar dos anos envolveram gerações de matemáticos.

Quadratura do Círculo

A quadratura do círculo é um problema proposto pelos antigos geômetras gregos consistindo em construir um quadrado com a mesma área de um dado círculo servindo-se somente de uma régua e um compasso em um número finito de etapas. Em 1882, Ferdinand Lindemann provou que π é um número transcendente, isto é, não existe um polinômio com coeficientes inteiros ou racionais não todos nulos dos quais π seja uma raiz. Como resultado disso, é impossível exprimir π com um número finito de números inteiros, de frações racionais ou suas raízes

Duplicação do Cubo

A duplicação do cubo é o problema de geometria que consiste em obter um método para, dada aresta de um cubo, construir, com régua e compasso, a aresta do cubo cujo volume é o dobro do cubo inicial.

Trissecção do Ângulo

Trissecção do ângulo é um dos problemas clássicos da geometria sobre construções com régua e compasso e consiste em, dado um ângulo qualquer, construir um outro com um terço de sua amplitude.

Papiro de Rhind

Papiro de Rhind ou papiro de Ahmes é um documento egípcio de cerca de 1650 a.C, onde um escriba de nome Ahmes detalha a solução de 85 problemas de aritmética e geometria. É um dos mais famosos antigos documentos matemáticos que chegaram aos dias de hoje, juntamente com o Papiro de Moscou.

O documento começa prometendo ao leitor um profundo estudo de todas as coisas, percepção de tudo que existe, conhecimento de todos os segredos obscuros. Na realidade, é uma seqüência de problemas resolvidos de matemática elementar, um livro da Coleção Schaum para escribas aspirantes. Estes escribas tinham que calcular quantos tijolos eram necessários para construir uma rampa de um certo tamanho, quantos pães eram precisos para alimentar os trabalhadores escravos, e assim por diante.

Os Árabes Divulgam ao Mundo os Números Hindus

O mais brilhante matemático árabe de todos os tempos: al-Khowarizmi.Estudando os livros de Matemática vindos da Índia e traduzidos para a língua árabe, al-Khowarizmi surpreendeu-se a princípio com aqueles estranhos símbolos que incluíam um ovo de ganso! Logo, Al-Khowarizmi compreendeu o tesouro que os matemáticos hindus haviam descobertos. Com aquele sistema de numeração, todos os cálculos seriam feitos de um modo mais rápido e seguro. Era impossível imaginar a enorme importância que essa descoberta teria para o desenvolvimento da Matemática. Al-Khowarizmi decidiu contar ao mundo as boas nova. Escreveu um livro chamado Sobre a arte hindu de calcular, explicando com detalhes como funcionavam os dez símbolos hindus. Com o livro de Al-Khowarizmi, matemáticos do mundo todo tomaram conhecimento do sistema de numeração hindu. Os símbolos 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, ficaram conhecidos como a notação de Al-Khowarizmi, de onde se originou o termo latino algorismus. Daí o nome algarismo. São estes números criados pelos matemáticos da Índia e divulgados para outros povos pelo árabe Al-Khowarizmi que constituem o nosso sistema de numeração decimal conhecidos como algarismo indo-arábicos.

domingo, 23 de novembro de 2008

Dia 21 se novembro, sexta-feira

Palestras
Algumas Maravilhas da Matemática e seus "Inventores" - Prof. Gilberto Muniz.

A Formação Matemática do Professor - Professora Esp. Rosiane Costa de Sousa.
A professora apresentou "o erro como Indicador Didático-pedagógico".
Para a Matemática Científica, o erro é um fenômeno que expressa uma contradição com algum fato já estabelecido como “verdadeiro”.
Para a Matemática Escolar é importante pensar o erro como um fenômeno psicológico que envolve aspectos diretamente relacionados ao desenvolvimento dos processos de ensino e aprendizagem.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dia 20 de novembro, quinta-feira

Palestra As Olimpíadas no Brasil e no Mundo - Professora e Dra. Luzinalva Amorim.
Na palestra a professora apresentou aos convidados as Olimpídas de Matemática Nacionais e Internacionais, e divulgou a participação dos alunos premiados das Olimpídas.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

MINI-CURSOS







Entre os mini-cursos citados, o Laboratório de Ensino da Matemática como Alternativa para Aprendizagem, foi direcionado ao estudo da Geometria Espacial através das construções de Poliedros de Platão com materiais simples, permitindo gerar situações experimentais que ampliar as habilidades e proporcione aprendizagem.









Dia 19 de novembro, quarta-feira

Foram realizados os mini-cursos;

I - Conceitos e Ferramentas Básicas do Programa Winplot - Prof°. Gilberto Muniz;

II - Jogos e Dinâmicas para o Ensino da Matemática - Ademilton de Jesus, André Hungria e José Carlos Neves;

III - Laboratório de Ensino da Matemática como Alternativa para a Aprendizagem - Liliane Prazeres, Patrícia Monteiro e Rosângela Guedes;

IV - Fazendo Arte com Geometria - Professora Alba Santos.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

I Semana de Matemática







Dia 18 de novembro, terça-feira




Palestra Brinquedos Inteligentes - Kleber Carvalho Pereira.



Na palestra, Kleber apresentou jogos e brinquendos matemáticos como artifícios para aprendizagem.












No período de 18 a 21/11/08 foi concretizado na FACE -Faculdade de Ciências Educaciona, sob organização do Coordenador do Curso de Licenciatura Plena em Matemática Prof°. Márcio Chaves com participação dos alunos e professores a I Semana de Matemática, aconteceram palestras e mimi-cursos.






sábado, 15 de novembro de 2008

Continuação da História













Número de Ouro


A história deste enigmático número perde-se na antiguidade. No Egipto as pirâmides de Gizé foram construídas tendo em conta a razão áurea : A razão entre a altura de um face e metade do lado da base da grande pirâmide é igual ao número de ouro. O Papiro de Rhind (Egípcio) refere-se a uma «razão sagrada» que se crê ser o número de ouro. Esta razão ou secção áurea surge em muitas estátuas da antiguidade .


Hiparco


Hiparco, em grego Hipparkhos (190 - 126 a. C.), foi um astrônomo, construtor, cartógrafo e matemático grego da escola de Alexandria nascido em 190 a.C. em Nicéia, na Bitínia, hoje Iznik, na Turquia. Viveu em Alexandria, sendo um dos grandes representantes da Escola Alexandrina, do ponto de vista da contribuição para a mecânica. Trabalhou sobretudo em Rodes (161-126 a. C.). Hoje é considerado o fundador da astronomia científica e também chamado de pai da trigonometria por ter sido o pioneiro na elaboração de uma tabela trigonométrica.
Viveu em uma época posterior a Idade de Ouro da produção matemática daquela Universidade, atingida com Euclides, Apolônio, Eratóstenes e Arquimedes. Além de produzir algo inovador como a tabela de cordas, inventou um método para a resolução de triângulos esféricos.



Pitágoras, um dos maiores filósofos da Europa antiga, era filho de um gravador, Mnesarco. Nasceu cerca de 580 anos a.c., em Samos, uma ilha do mar Egeu, ou, segundo alguns, em Sidon, na Fenícia. Muito pouco se sabe sobre a sua juventude, a não ser que conquistou prémios nos Jogos Olímpicos.
Chegando à idade adulta e não se sentindo satisfeito com os conhecimentos adquiridos em sua terra, deixou a ilha onde vivia e passou muitos anos a viajar, visitando a maioria dos grandes centros da sabedoria. A história conta a sua peregrinação em busca de conhecimentos, que se estenderam ao Egipto, Indostão, Pérsia, Creta e Palestina, e como adquiriu em cada país novas informações, conseguiu familiarizar-se com a Sabedoria Esotérica, assim como os conhecimentos exotéricos neles disponíveis.
Voltou, com a mente repleta de conhecimentos e a capacidade de julgamento amadurecida, à sua terra, onde tencionava abrir uma escola para divulgar os seus conhecimentos, o que, porém, se mostrou impraticável, devido à oposição do turbulento tirano Policrates, que governava a ilha. Em vista do fracasso de uma tentativa migrou para Crotona, importante cidade da Magna Grécia, que era uma colónia fundada pelos dórios na costa meridional da Itália.
Foi ali que o famoso filósofo fundou a Escola ou Sociedade de Estudiosos, que se tornou conhecida em todo o mundo civilizado como o centro de erudição na Europa; foi ali que, secretamente, Pitágoras ensinou a sabedoria oculta que havia coligido dos ginosofistas e brâmanes da Índia, dos hierofantes do Egipto, do Oráculo de Delfos, da Caverna de Ida e da Cabala dos rabinos hebreus e magos caldeus.
Durante cerca de quarenta anos ele leccionou para os seus discípulos e exibiu os seus maravilhosos poderes; mas foi posto um fim à sua instituição, e ele próprio foi forçado a fugir da cidade, devido a uma conspiração e rebelião surgidas em decorrência de uma disputa entre o povo de Crotona e os habitantes de Síbaris; ele conseguiu chegar em Metaponto, onde, segundo a tradição morreu mais ou menos em 500 a.C.


Classificação dos Números


Para Pitágoras, a harmonia do universo só podia ser explicada através dos números. Os membros da escola Pitagórica eram fascinados pelos números e a adoração que lhes dedicavam conduziu-os a um minucioso estudo destes. Estabeleceram várias propriedades e relações entre os números. Assim, o número 1 tem a propriedade de ser indivisível, pois 1×1=1; o número 2 é o primeiro acréscimo da unidade; o número 3, imagem do triângulo; o número 4, imagem do sólido, representa a matéria composta dos quatro elementos primários: o fogo, o ar, a terra e a àgua. O número 5 é a média aritmética de cada um dos binários; 1, 9; 2, 8; 3, 7; 4, 6.
Foi o primeiro a fazer distinção entre números pares e ímpares. Conheciam também a distinção entre números primos e compostos.
Dois números eram ditos "amigos"quando cada um deles era igual à soma dos divisores do outro, como exemplo, os números 220 e 284. Os divisores com excepção do próprio 220 são; 1, 2, 4, 5, 10, 11, 20, 22, 44, 55 e 110.
A soma desses divisores de 220 é igual a 284. Consideremos agora os divisores de 284, com excepção do próprio 284; 1, 2 , 4, 71 e 142. A soma desses divisores de 284 é igual a 220.
Designavam de número "perfeito", quando ele é igual à soma dos seus divisores: 6 = 1 + 2 + 3 (primeiro número ao qual foi atribuído a designação de perfeito).
São "abundantes", os números maiores que a soma dos seus divisores inteiros, como exemplo 12, pois temos 1 + 2 + 3 + 4 + 6 = 16.
"Deficientes", finalmente, era o nome dado àqueles números cuja soma dos seus divisores era menor que o número dado, do qual é exemplo o número 33 (a soma dos divisores de 33 é 1 + 3 + 11 = 15 <>


NÚMEROS TRIÂNGULARES



Em ligação com a geometria, Pitágoras conheceu os números triângulares, que são números que se podem expressar em forma de triângulos.
Se olharmos para o quarto triângulo verifica-se que cada linha contém um ponto a mais que a anterior.Suponhamos então que a última linha do triângulo não continha quatro pontos mas n. A penúltima linha continha (n-1), a seguinte (n-2), e assim por diante até chegar ao vértice, com 1 ponto. Este problema é o mesmo que somar os primeiros n números inteiros, ou seja, obter a soma 1 + 2 + 3 + 4 + ... +(n-2) + (n-1) + n.

NÚMEROS QUADRADOS

Os números quadrados, são números que se podem expressar em forma de quadrados. O método pitagórico utilizado para identificar qual o número que representa cada um dos quadrados. Os números são representados por áreas, sendo o 1 igual ao pequeno quadrado, de lado arbitrário. O número 3 será então representado por três destes quadrados elementares, dispostos em ângulo reto.

Todo o número ímpar é representado por um gnomon que possui justamente o tamanho necessário para complementar o quadrado já existente, transformando-o num novo quadrado com o lado ampliado de uma unidade. Em geral, se N é um número inteiro qualquer: o quadrado do número inteiro N é a soma dos primeiros N números ímpares, ou seja;


N = 1 + 3 + 5 + ......+ (2n + 1) = (n + 1)2.


sábado, 8 de novembro de 2008

História da matemática

Por volta dos séculos IX e VIII a.C a matemática engatinhava na Babilônia. Os babilônios e os egípcios já tinham uma álgebra e uma geometria, mas somente o que bastasse para as suas necessidades práticas, e não de uma ciência organizada. Na Babilônia, a matemática era cultivada entre os escrivas responsáveis pelos tesouros reais. Apesar de todo material algébrico que tinham os babilônios e egípcios, só podemos encarar a matemática como ciência, no sentido moderno da palavra, a partir dos séculos VI e V a.C. na Grécia.
A matemática grega se distingue da babilônica e egípcia pela maneira de encará-la. Os gregos fizeram-na uma ciência propriamente dita sem a preocupação de suas aplicações práticas.
Do ponto de vista de estrutura, a matemática grega se distingue da anterior, por ter levado em conta problemas relacionados com processos infinitos, movimento e continuidade. As diversas tentativas dos gregos de resolverem tais problemas fizeram com que aparecesse o método axiomático-dedutivo. Este método consiste em admitir como verdadeiras certas preposições (mais ou menos evidentes) e a partir delas, por meio de um encadeamento lógico, chegar a proposições mais gerais. As dificuldades com que os gregos depararam ao estudar os problemas relativos a processos infinitos (sobretudo problemas sobre números irracionais) talvez sejam as causas que os desviaram da álgebra, encaminhando-os em direção à geometria. Realmente, é na geometria que os gregos se destacam, culminando com a obra de Euclides, intitulada "Os Elementos". Sucedendo Euclides, encontramos os trabalhos de Arquimedes e de Apolônio de Perga.
Arquimedes desenvolve a geometria, introduzindo um novo método, denominado "método de exaustão", que seria um verdadeiro germe do qual mais tarde iria brotar um importante ramo de matemática (teoria dos limites). Apolônio de Perga, contemporâneo de Arquimedes, dá início aos estudos das denominadas curvas cônicas: a elipse, a parábola, e a hipérbole, que desempenham, na matemática atual, papel muito importante. No tempo de Apolônio e Arquimedes, a Grécia já deixara de ser o centro cultural do mundo. Este, por meio das conquistas de Alexandre, tinha-se transferido para a cidade de Alexandria. Depois de Apolônio e Arquimedes, a matemática grega entra no seu ocaso.
Foram os babilônios criaram as primeiras formas de numeração posicional, ou seja, um número pode ter diferentes valores, dependendo da posição em que está. Os gregos simplificam notação numérica, abandonam as formas gráficas do número e as substituem por letras, que correspondem à designação inicial de número acrofonia. Por exemplo,o número 100, era a letra H de Hekaton igual a cem.
Euclides, o maior matemático da antiguidade, estrutura o conhecimento matemático século V d.C.
Os hindus criam um sistema de numeração que reúne o uso do zero, o princípio de posição e a base 10, criando o sistema até hoje utilizado. Depois das Cruzadas, o matemático e comerciante Leonardo de Pisa leva para a Europa o sistema indo-arábico, que impulsiona o desenvolvimento do mercantilismo, começam a chegar livros árabes, provocando reações da igreja, contra o sistema herege.